Esqueço do Quanto me Ensinaram
Deito-me ao comprido na erva.
E esqueço do quanto me ensinaram.
O que me ensinaram nunca me deu mais calor nem mais frio,
O que me disseram que havia nunca me alterou a forma de uma coisa.
O que me aprenderam a ver nunca tocou nos meus olhos.
O que me apontaram nunca estava ali: estava ali só o que ali estava.
Alberto Caeiro, in "Fragmentos"
Heterónimo de Fernando Pessoa
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Leitura de poema
_________________________________________________DATA:_____/_____/_____ PROF:______________________________________________________TURMA:___...
-
Texto 1) PULGA SONHADORA Duas pulgas conversando: __ O que você faria se ganhasse na loteria? A amiga responde, com ar de sonh...
-
Regras de Acentuação Gráfica Baseiam-se na constatação de que, em nossa língua, as palavras mais numerosas são as...
-
Arte Indígena no Brasil Uma cultura sem história O eterno presente de um universo mágico e ritual A palavra arte - enquan...
Nenhum comentário:
Postar um comentário